Diferenças Entre os Tipos de Colágenos Disponíveis para Manipulação

Diferenças Entre os Tipos de Colágenos Disponíveis para Manipulação

Leia também: Colágeno tipo 3 e 1

COLÁGENO NATIVO, DESNATURADO E HIDROLISADO:
• Colágeno nativo: é o colágeno que não foi pré-digerido ou desnaturado. Este também proporciona ácido hialurônico, mas sob a forma de moléculas gigantes que são grandes demais para absorção. A partir do colágeno nativo podem ser obtidos: fibra de colágeno, colágeno desnaturado e colágeno hidrolisado.

• Desnaturado: a gelatina é essencialmente o colágeno desnaturado e pode ser obtida por processos químicos, enzimáticos ou térmicos. A desnaturação é a perda da estrutura tridimensional do colágeno. Os principais agentes de desnaturação são: mudanças no pH (altera as interações eletrostáticas entre aminoácidos carregados); mudanças na concentração do sal – força iônica (devido à mesma razão) e mudanças na temperatura (altas temperaturas reduzem a força das ligações de hidrogênio. Colágeno desnaturado não tem efeitos benéficos sobre a inflamação articular.

• Colágeno hidrolisado: é composto de polipeptídeo é obtido por hidrólise química e enzimática sob condições controladas do colágeno desnaturado. Moléculas de colágeno hidrolisado geralmente têm peso molecular mais baixo, e, portanto, são fáceis de ser absorvidas pelo corpo.

Leia também: Colágeno tipo 3 e 1

Tipo I: É o mais comum; aparece nos tendões, na cartilagem fibrosa, no tecido conjuntivo frouxo comum, no tecido conjuntivo denso (onde é predominante sobre os outros tipos), sempre formando fibras e feixes, ou seja, está presente nos ossos, tendões e pele;

Tipo II: É produzido por condrócitos, aparece na cartilagem hialina e na cartilagem elástica. Não produz feixes. Presente nos discos intervertebrais, olhos e cartilagem.

Os variados tipos de colágenos possuem distribuição específica nos tecidos e exercem funções essenciais para a manutenção da vida, evidenciando, portanto, sua grande diversidade biológica e seu papel fundamental para manter a integridade estrutural dos tecidos.

Add a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *