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Como viver um estilo de vida saudável em 12 etapas simples

Como viver um estilo de vida saudável em 12 etapas simples

A menos que você tenha vivido em uma caverna, você provavelmente sabe mais ou menos como viver um estilo de vida saudável. Alguns primeiros passos óbvios incluem comer mais verduras e superalimentos e reduzir o consumo de açúcares e álcool. Dormir, meditar, exercitar e manter os níveis de estresse baixos são outros ingredientes-chave na receita do bem-estar. Mas enquanto é fácil escrever todas essas coisas, e até mesmo mantê-las em mente enquanto você continua no seu dia-a-dia, quantos de nós podemos dizer que estamos praticando essas coisas regularmente?

Eu não posso, e é por isso que um artigo recente do Elite Daily chamou minha atenção. As sugestões do autor Ryan Rodal sobre como viver um estilo de vida saudável adotam uma abordagem mais realista em relação a hábitos saudáveis ​​que são honestos e refrescantes. ‘Você não precisa tomar suco de couve ou comer cereal de quinoa coberto com sementes de linho para ser saudável’, explica Rodal. “Algumas mudanças simples na forma como você come e na maneira como você vive irão percorrer um longo caminho em direção a um estilo de vida saudável.” Quais são as mudanças simples que ele recomenda fazer?

Aqui estão 12 passos sem esforço para se tornar mais saudável.

1. Coma principalmente alimentos não processados. Sua dieta deve consistir de legumes, frutas, carnes magras como frango e peru moído e grãos. Evite alimentos processados ​​por completo, e você ficará melhor.

2. Ande quando possível. É essencial negar uma vida profissional sedentária sempre que puder. Se algo estiver a uma curta distância, faça o esforço para viajar a pé em vez de de carro. Quando tiver tempo de sobra, estacione mais longe do que normalmente conseguiria em alguns quarteirões de tempo de caminhada e aumente sua contagem de passos.

3. Beba com menos frequência. Limite o consumo excessivo de álcool a uma vez por semana. Não é apenas melhor para o seu fígado, mas é melhor para a sua carteira também.

4. Traga seu almoço para o trabalho. Prepare uma salada ou sanduíche ou restos da noite anterior. Como beber, você economiza dinheiro e reduz as calorias. Refeição prep pode ir um longo caminho. Passe as tardes de domingo planejando a semana de trabalho pela frente – seu futuro eu com muito obrigado.

5. Tire férias. Ou um dia doentio! Você tem toda a sua vida para trabalhar.

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6. Fique longe da negatividade. Você se torna o que você permite em sua vida. Mantenha-se positivo e verá as coisas mudarem para melhor.

7. Acabar com relacionamentos tóxicos e amizades. Pessoas que estão te derrubando devem ser cortadas.

8. Tire um tempo longe da tecnologia. Uma pausa digital diária é uma coisa boa.

9. Participe em atividades físicas. Faça uma caminhada. Ir nadar. Pegue uma bicicleta. ‘A atividade física alivia o estresse físico e mental’, diz Rodal.

10. Leia mais. Leia qualquer coisa, mas apenas leia. Estimula o cérebro.

11. Pegue um novo hobby. Ter interesses fora da família e do trabalho fará com que você se sinta mais realizado.

12. Não se preocupe com o que as outras pessoas pensam. Não vale a pena gastar sua energia nas opiniões dos outros. Seja fiel a si mesmo e você atrairá pessoas que realmente gostem e valorizem você por quem você é.

Questão da revisão

Questão da revisão

Bebês com cólica durante os primeiros quatro meses de vida se beneficiam do uso de remédios para aliviar ou prevenir dores, em comparação com bebês que não recebem nenhum remédio ou recebem um placebo (substância idêntica ao medicamento de comparação, porém sem ingrediente ativo)?

Introdução

As cólicas são muito comuns nos primeiros quatro meses de vida em crianças saudáveis. As cólicas se manifestam por episódios de choro excessivo e frequentemente levam os pais e pediatras a ficarem ansiosos.

Os remédios para o alívio da dor, como medicamentos convencionais (como simeticona, diciclomina, cimetrópio), fitoterápicos (como Matricaria recutita, Foeniculum vulgare, Melissa officinalis) e açúcares têm sido indicados para reduzir os sintomas da cólica infantil, principalmente para diminuir o tempo de choro.

Características do estudo

Encontramos 18 ensaios clínicos randomizados (estudos em que os participantes foram sorteados para diferentes grupos de tratamento) envolvendo 1.014 bebês com cólica. A revisão incluiu todos os estudos publicados até maio de 2016.

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Os participantes dos estudos eram bebês com 2 até 4 meses de vida, de ambos os sexos. Todos tinham cólicas, identificadas de duas formas diferentes. Alguns estudos definiram as cólicas como as que levavam a choro inconsolável em bebês saudáveis, que durava mais de três horas por dia, mais de três vezes por semana, por mais de três semanas. Outros estudos definiram cólicas como episódios de gritaria e choro (geralmente à tarde ou no início da noite), em que os bebês não respondiam ao consolo dos adultos.

Quatro estudos avaliaram os efeitos da simeticona (medicamento usado para reduzir gases intestinais), quatro estudos testaram fitoterápicos (medicamentos derivados de plantas que podem ter ação relaxante, com redução de espasmos e dores intestinais), dois estudos avaliaram o uso de açúcares e cinco estudos avaliaram os efeitos da diciclomina. Dois estudos testaram o brometo de cimetrópio (remédio que reduz os espasmos dos músculos intestinais). Um estudo comparou o uso de sacarose e chá de ervas em um grupo de bebês que não recebeu nenhum outro tipo de tratamento para cólica.

Dos 18 estudos, 16 compararam a intervenção contra um placebo. Dos outros dois estudos, um comparou a simeticona com Mentha piperita e o outro comparou duas diferentes dosagens do cimetrópio.

Os estudos incluídos na revisão foram financiados por diferentes fontes: instituição pública (dois estudos), agência acadêmica que patrocina pesquisas (um estudo) e empresas privadas (três estudos). Três estudos não receberam recursos financeiros. Nove estudos não reportaram se receberam recursos financeiros. Quatro estudos, que relataram não ter recebido apoio financeiro ou que não forneceram detalhes sobre fontes de financiamento, receberam os produtos testados, de graça, de empresas privadas.

Resultados principais

Os dados disponíveis na literatura não fornecem evidências de que o açúcar, a diciclomina e o cimetrópio são efetivos no tratamento da cólica dos bebês. Algumas evidências sugerem que, comparados com o placebo ou nenhum tratamento, os fitoterápicos podem reduzir o tempo de choro. Porém, devido à baixa qualidade desses estudos e à variação da extensão dos benefícios, esses resultados devem ser interpretados com cuidado. A qualidade das evidências para o uso de açúcar, diciclomina e cimetrópio foi considerada de muito baixa a baixa.

Os estudos que testaram a simeticona indicam que o uso desse remédio não apresenta nenhum benefício quando comparado ao placebo.

Dois estudos relataram efeitos adversos com o uso de diciclomina, como dificuldade para o bebê acordar, estado de alerta com os olhos bem abertos e sonolência. Os estudos que testaram outras substâncias para o alívio da dor não relataram nenhum efeito adverso.

Qualidade da evidência

Existe evidência de baixa qualidade sugerindo que bebês com cólica podem se beneficiar com o uso de açúcar e cimetrópio, e que os fitoterápicos podem reduzir o tempo de choro. Existe evidência de qualidade moderada de que o uso dessas substâncias pode aumentar o número de crianças com melhora dos sintomas da cólica. Em geral, a evidência disponível é insuficiente para permitir conclusões firmes sobre os benefícios e efeitos adversos do uso de substâncias para o alívio da dor no tratamento do choro de bebês com cólica.

O que significa quando a cólica aparece fora do período menstrual?

E quando a cólica vem fora do período menstrual é normal? O que isso pode te indicar? Saiba o que os médicos dizem sobre isso.

Uma das piores dores na vida de uma mulher é a cólica menstrual. Esse incomodo pode chegar a ser insuportável. Todos os meses, quando o período menstrual chega, a cólica vem junto para incomodar. Mas e quando ela vem fora desse período?

A cólica fora do período menstrual não costuma ser comum e desperta muito mais perguntas do que, necessariamente, certezas entre as pessoas. Nessas horas é normal surgir as perguntas: é normal? Por que acontece? O que significa? O que fazer?

Calma, não queremos te deixar no escuro durante muito tempo. Se você já sentiu cólica fora do período menstrual, está na hora de descobrir os motivos.

É normal cólica fora do período menstrual?
A cólica menstrual fora do ciclo menstrual pode sim ser normal, ao mesmo tempo que pode não ser. Confuso? Vem comigo entender!

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Quando é normal

A cólica fora do período menstrual é normal se for causada pela ovulação. Esse tipo de dor fora de hora, aparecerá em mulheres que tem ciclos regulares e cólicas menstruais. Esse tipo de dor será caracterizada por:

Normalmente é regular, ocorrendo sempre na mesma fase do ciclo menstrual;
A cólica geralmente dura apenas algumas horas, podendo ainda persistir por 2 ou 3 dias em algumas mulheres;
Também pode ocorrer sangramento vaginal nesse período, provocado por uma queda dos níveis de estrogênio.
Um médico poderá fazer esse diagnóstico, e até te indicar remédios de dor. Ainda assim, esse tipo é normal e não significa nenhum problema.

Quando não é normal

Em alguns casos específicos, a cólica fora do período menstrual, pode significar doenças em órgãos ou aparelho reprodutor, urinário e gastrointestinal, podendo ainda ter origem no sistema musculoesquelético. As principais causas são:

Doença inflamatória pélvica;
Gravidez ectópica;
Apendicite;
Torção de ovário;
Endometriose;
Infecção urinária.
Nesse caso, você também só poderá ter certeza depois de diagnóstico médico. Ele passará o tratamento dependendo da causa.

Terçol: sintomas, tratamentos e causas

O que é Terçol?
O terçol é uma inflamação que ocorre quando alguma das glândulas presentes na borda das pálpebras ficam entupidas ou são infectadas por uma bactéria.

O nome correto do problema o hordéolo, e ocorre quando a inflamação é especificamente nas glândulas Zeiss e Mol, que ficam na região mais externa da pálpebra.

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Quando a inflamação ocorre na glândula mais interna (chamada de Meibomius), é um calázio, que normalmente é um cisto não infeccioso e causa sintomas menos dolorosos, apesar de só ser retirado com cirurgia.

Essas três glândulas são responsáveis pela produção da gordura que é incorporada à lágrima e impede que ela se evapore com facilidade dos olhos, mantendo-os hidratados.

Causas
O terçol ocorre quando as glândulas produtoras da parte lipídica da lágrima são obstruídas, o que pode ocorrer por alguns motivos:

Infecção bacteriana: quando uma bactéria comum se aloja dentro da glândula
Mau funcionamento da glândula: qualquer problema na ação dessas estruturas pode causar acúmulo de substâncias e levar à inflamação
Blefarite: essa doença causa uma inflamação na borda das pálpebras, onde nascem os cílios, e sua recorrência pode favorecer o surgimento do terçol
Excesso de oleosidade nos olhos: pessoas que produzem um sebo excessivo nessa região podem acabar tendo as glândulas sebáceas obstruídas.
Fatores de risco
O terçol é mais comum em pessoas que:

Apresentam o quadro de blefarite
Sofrem de oleosidade excessiva na pele
Estão na adolescência e a desregulação dos hormônios torna sua pele mais oleosa
Estão na terceira idade.
Sintomas
Sintomas de Terçol
A característica mais marcante do terçol é o inchaço na pálpebra, que pode ocorrer na parte de cima ou de baixo dos olhos. Muitas vezes, esse inchaço pode ter uma pontinha amarela, que indica a presença de pus.

Outros sintomas de terçol comuns são:

Dor local
Calor e vermelhidão
Sensação de corpo estranho
Visão embaçada
Lacrimejamento
Fotofobia.
Se o terçol for muito grande, ou houver mais de um, ele pode influenciar na curvatura da superfície da córnea, causando um leve astigmatismo que costuma ser solucionado no fim do quadro. No entanto, isso ocorre mais comumente em casos de calázio.

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Buscando ajuda médica
Por mais que o terçol pareça um problema simples, o ideal é sempre buscar um oftalmologista, para que ele possa garantir de que se trata de um hordéolo mesmo e não é um problema mais grave.

Diagnóstico e Exames
Diagnóstico de Terçol
O diagnóstico do hordéolo é feito através do exame clínico e com a lâmpada de fenda, instrumento comum no consultório oftalmológico, em que o especialista consegue analisar o olho do paciente com o auxílio de uma luz de alta intensidade e um microscópio.

Tratamento e Cuidados
Tratamento de Terçol
Normalmente o quadro do terçol se revolve sozinho e raramente medicamentos são indicados: só em casos muito graves. Veja os tratamentos e cuidados caseiros para o terçol:

Compressas de água morna
As compressas são muito recomendadas pelos especialistas para ajudar na reabsorção das substâncias acumuladas nas glândulas da pálpebra.

Alguns especialistas recomendam especificamente o uso de bolsas de água aquecidas. No entanto, outros dizem que você pode usar gazes ou algodões umidecidos.

O ideal é aplicar essas compressas entre três a quatro vezes ao dia, por cerca de 20 minutos.

Apenas tome cuidado com a temperatura da água, pois a pele da pálpebra é sensível e pode se queimar.

Colírios anti-inflamatórios
Os colírios ajudam a melhorar o aspecto da região, deixando-a menos inchada e são passados pelo oftalmologista.

Evite essas atitudes!
Caso o terçol apareça evite:

Espremer o inchaço, pois isso pode agravar a infecção, já que a mão contém diversas bactérias
Usar maquiagem nos olhos, pois ela pode aumentar o entupimento da glândula
Usar lentes de contato, pois alguns terçóis podem soltar pus e infectar a lente para usos futuros.
Convivendo (prognóstico)
Complicações possíveis
O terçol, quando não tratado corretamente, pode causar inflamações mais graves nos olhos, chamadas de celulites. Eles também podem formar abcessos, que acabam levando a necrose do tecido da região e até o surgimento de cicatrizes.

Terçol tem cura?
Normalmente o quadro do terçol se resolve entre sete e quinze dias. Caso isso não aconteça, é importante buscar um médico.

Prevenção
Prevenção
A prevenção do terçol depende das causas e fatores de risco de cada um. Se a pessoa tem blefarite, por exemplo, ela pode prevenir o terçol fazendo a higienização correta dos olhos, com produtos específicos.

Já uma pessoa com excesso de oleosidade na pele pode procurar um dermatologista para entender as causas e então tratar o problema, o que pode envolver inclusive mudanças na dieta.

Como ter uma vida saudável?

Eu recebo muitas pessoas no consultório em busca de perda de peso para ter uma vida mais saudável, mas será que só isso importa? Costumo dizer que a saúde do corpo é apenas um dos aspectos que englobam a saúde como um todo, e daí os pacientes me perguntam: “dra. Sophie, mas então, como ter uma vida saudável?”

Emagreça de forma sustentável. Conheça o programa que te ensina a fazer as pazes com a comida!

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define “saúde” da seguinte forma: “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”. Eu gosto muito dessa definição justamente porque ela abrange todos os aspectos da vida de uma pessoa; não existe saúde física se não houver saúde mental e social e vice-versa! Então, quando eu digo para “fazer as pazes com a comida e com o corpo, respeitando sua fome, saciedade e vontade”, eu estou dizendo para cuidar desses três aspectos da saúde!

Você busca como ter uma vida saudável ou foco na estética?
Hoje em dia as pessoas estão muito mais preocupadas com a estética do que com a saúde, e quando isso se torna uma obsessão, pode refletir até em uma falta de saúde mental, transformando essa eterna busca pelo corpo perfeito em um transtorno psiquiátrico como compulsão, anorexia, bulimia, depressão, ortorexia entre outros; e aí eu te pergunto: Vale a pena? Vale a pena perder a sua saúde mental?

Vale a pena deixar de comer aquele pudim que a vovó fez especialmente para você e que tem um “sabor de infância”? Ou ainda levar a sua marmita na festa de casamento da sua melhor amiga e deixar de curtir todos os detalhes que ela preparou para um dos dias mais especiais de sua vida em função de um corpo “fitness”?

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O segredo não é restrição/dieta, mas procurar comer melhor. Conheça o Efeito Sophie!

Vale a pena se isolar, recusando um convite de amigos para um jantar em função de um objetivo estético? Estar com amigos queridos, compartilhando uma refeição gostosa, com um bom bate papo, isso é saúde social, é alegria de viver e é preciso valorizar esses momentos felizes da vida! Aliás, esta é uma das minhas dicas de como ter uma vida saudável: valorizar os momentos.

Eu vejo pessoas literalmente passando fome, perdendo cabelo, excluindo grupos alimentares inteiros, desmaiando durante a prática de um exercício e até ficando doentes na tentativa de alcançar o “corpo ideal”. Mas ideal para quem? A troco de quê? Você já parou pra pensar?

Lembre-se que uma dieta que deixa você com fome, não pode ser saudável!

Eu acredito que para ter uma vida saudável precisamos olhar para esses três aspectos e cuidar de cada um deles. Eu sempre digo para meus pacientes, alunos e nas minhas palestras que “comer é um ato fisiológico e psicológico, e que o ser humano se nutre de alimentos e sentimentos” e portanto, o comportamento é tão importante quanto o nutriente, ou seja, o COMO comemos é tão importante quanto O QUE comemos!

Você sabia que comer com prazer, sem culpa, ajuda a comer menos?! Isso é verdade, existem estudos que comprovam isso!

Não se esqueça da minha receita de como ter uma vida saudável

Ser saudável envolve sentir prazer! Prazer em praticar um esporte, uma dança ou uma atividade física; prazer em tirar um tempo para você, para se cuidar, ouvindo uma boa música, lendo um livro ou meditando por alguns minutos, prazer em estar com pessoas queridas, vivendo momentos felizes, e prazer em comer alimentos que te fazem bem para o corpo e para a alma!